Oliver é um menininho lindo que, aos 2 anos de idade, começou a apresentar sintomas característicos de autismo. Depois de MUITA pesquisa descobri que o fator que MAIS contribuiu para o aparecimento dos sintomas que o meu filho apresenta hoje - entre outros - é a toxicidade das VACINAS, leia aqui. Felizmente, também descobri a ajuda maravilhosa que a HOMEOPATIA pode proporcionar, leia aqui. Seguindo o exemplo de muitas outras crianças que estão se recuperando todos os dias no mundo, vamos começar esta viagem com a desintoxicação das vacinas através da terapia CEASE, conheça clicando aqui. Essa viagem vai ser longa, mas temos muita fé que um dia chegaremos no nosso destino: a RECUPERAÇÃO TOTAL. Comece lendo o primeiro post: O começo da nossa viagem aqui.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Poema 'a Luta e ao Progresso


Este poema foi escrito para o meu lindo filho. E vai ser compreendido somente por aqueles pais e mães que viram o seu filho nascer saudável e o amaram, ate´dar de cara com os olhos feios do autismo, sofrerem muito, procurarem uma saída, e constatarem que o progresso é possível. E que sonham com o fim desta dura jornada, um dia ele chega!   

"Do ventre, nasceu um cacho,
Um macho, a vida, indiferente
Que eu contemplo, em canto baixo,
O amor gigante, onipresente.
   
Se o olho azul, que tanto encanta,
mais do que o céu, o mar e a espuma, 
festejo a vida, escancarada,
Feliz de nada, espantosa e linda.
   
E o amor revolta, machuca, explode, 
faz tanta valsa, que roda, e gira,
Mas eu, mãe lenta, danço perdida,
Que nem a pausa, o mal alivia

Desesperada, exausta e magra, 
busco saída, e encontro mais noite,
Mas é neste breu, qual meia-vida, 
Que a lua surge, alva e brilhante

Pra ela sigo, sem falso passo, 
Com tal cansaço, morro e renasço, 
no teu regaço, filho, 
Eu rezo
Que Ele nos guie, com terço e verso.

E nesse assombro de chance e acaso,
E na loucura de crer no sonho,
Mergulho no fim do mundo e volto,
E cabisbaixa, padeço e espero.

Semente plantada, à enxada forte,
floresce tímida, sutil, com norte, 
que assusta e encanta, e brinda a vida,
com o avesso do triste e feio :)

Loiro e contente, veloz e alto!
Não espera o tempo,  volta ao início!
E renascido
Me vê, me ouve!
Te vejo e ouço! Com paciência...

É mesmo a vida, viagem longa
Dói, perigosa, rica existência
Mas é com esperança, que alcanço a ponte
Pra trás não olho, só sigo adiante."

Obrigada Senhor por me mostrar o caminho.

domingo, 26 de janeiro de 2014

A terapia CEASE começa a fazer mamães e papais felizes no Brasil e em Portugal também, viva!

Abaixo seguem alguns relatos, o primeiro é de uma mamãe portuguesa:

“Não tenho colocado muitos posts sobre o tratamento CEASE mas neste momento achei que valeria a pena fazer um «update» do protocolo quanto mais não seja para servir de encorajamento a todos os pais que estão a iniciar este protocolo.

O meu filho fez 5 anos e ja está fazendo CEASE há 2 anos e estes são as mudanças:
-  diagnostico muito reservado e previsao de que nunca iria falar (2 anos e meio): hoje fala frases completas, inclusive demonstra sentimentos e sensações,
- Sem qualquer jogo simbolico: faz jogo simbolico com os brinquedos como qualquer criança normal,
- Sem interaçao social: hoje fala para toda a gente e gosta de brincar com os seus colegas de escola e inclusive «mete conversa» mesmo com estranhos.
- Motricidade fina afetada: hoje escreve o nome, le varias palavras e sabe os numeros e alfabeto sem qualquer problema. Canta canções de cor.

Estas são apenas os ganhos mais importantes mas ainda haveria muito mais a dizer sobre os progressos do meu filho, tudo graças a este tratamento fabuloso. Muitas vezes os resultados nao aparecem instantaneamente mas é preciso nunca desistir e ter tambem um bom homeopata que se interesse pelo caso e vá ao fundo na questão, o que infelizmente nem sempre acontece. Uma coisa é certa todas as crianças melhoram com CEASE.O meu filho é prova disso!”

Abaixo o segundo relato, os itálicos abaixo são comentários meus:

"Olá Julie,

Vou contar um pouco da história do meu filho J. G., 3 anos. Nasceu grande e bonito, 54 cm e quase 4 kg, muito amado e esperado, tranquilo, só chorava pra mamar, e quando teve cólicas durante 2 meses e meio...eu dava Tylenol, Luftal e homeopáticos, mas sem melhora, chorava durante 3 horas sem parar... (era fome, mamãe, faltava gordura no seu leite, e isso costuma acontecer no fim da tarde!) sempre na mesma hora, das 21 as 24 horas então dormia até as 6 da manhã, foi crescendo e mamou na mamãe exclusivamente até os 6 meses de vida (parabéns mamãe!), então fui introduzindo novos alimentos, frutas, sucos e sopinhas, tudo indo muito bem, super forte, nunca ficava doente. 

Tomou todas as vacinas do calendário básico mais as particulares, eu como enfermeira cometeria um pecado em não aplicar... meu maior erro, pois ele tinha reações sempre após cada vacina com irritabilidade e febre alta, que passava depois de Dipirona e Alivium.

Muito esperto, risonho adorava abraços e beijos.. Engatinhou aos 6 meses, andou aos 9, treinando mamã...papa...Caca e baba, treinava o tchau... Aos 11 meses, brincava de esconder, ria e acompanhava tudo ao seu redor.

Com 1 ano, ele não quis mais o leite materno, optamos pelo Ninho+1, por indicação médica.

Com 1 ano e 6 meses, uma febre inexplicável que durou 10 dias, ele não tinha sintomas, levei a vários médicos, feito exames e tudo bem...o último médico resolveu passar antibiótico...7 dias e a febre se foi.


A partir desse dia, percebi ele diferente, não acompanhava mais o que acontecia ao seu redor... e começou com nariz escorrendo por vários dias (o corpo tentando desintoxicar...) e alguns corticóides (2011) 

Nesse mesmo ano, com 1 ano e 7 meses iniciou com um sintoma de ansiedade que foi roer unhas... roía todas da mão, depois todas do pé e se deixasse e de quem estivesse perto. 3 meses se passaram e ele trocou o roer unhas por rasgar papel...

E a obsessão por rasgar papel continuava, eu não conseguia tirar ele da fralda com 2 anos, ele não me obedecia, fingia-se de surdo (fiz exames), e o pior, parou de chamar mamã, papa...e calou-se. 

Sua hiperatividade era cansativa (conheço bem!...), corria sem destino, mas nessas horas olhava pra gente procurando, nunca gostou de ficar sozinho, mas já subiu na geladeira... entre outras.

Em 2012, as coisas se complicaram um pouco, o que ele era esperto e alegre passou a ser hiperativo e não obedecer aos nossos comandos, nesse ano teve 3 conjuntivites tratadas e 3 infecções na garganta, começava a conhecer os antibióticos. ( e com mais antibióticos, infelizmente, vai cada vez precisar de mais antibióticos e as infeccões vão começar a aparecer uma atrás da outra..)

Com dois anos e 2 meses eu já estava preocupada, levei a uma fono que disse que não era considerado atraso na fala até os 2 anos e meio, e ele tinha traços de hiperatividade.

Procuramos um neuro, ele com 2 anos e 3 meses, ele não falava com ninguém, mas sabia o alfabeto, e os números, por esse motivo seu diagnóstico foi de Sindrome de Asperger. Procuramos uma segunda opinião, médico renomado no Brasil, diagnóstico de Espectro Autista Sem Outras Especificações, pois não havia estereotipias, recomendou Risperdal e Ansitec... foi preciso apenas 1 mes para aparecerem os sintomas de andar na ponta do pé e flaping com as mãos, começou a falar sons ininteligíveis.

Risperidona por 4 meses, diminuiu a hiperatividade somente, resolvemos tirar os medicamentos (EBAAA!!!!) iniciei Son-Rise com ele que já rasgava papel há 7 meses, em 15 dias parou, começou a rabiscar nos papéis e cadernos, voltou a folhear revistas, sempre interessado em letras e números, começou a reconhecer os animais e as cores...eu sozinha com ele, o pai e a irmã ajudando como podiam, já falava mais de 50 palavras não claras.
Iniciamos T.O., fono e terapia CEASE em Julho (2013) (com a Maria Helena Rossi de Uberlandia), em Agosto conseguiu o controle de esfincter, a hiperatividade diminuiu muito, já dava pra passear com ele no shopping, sem ter que correr, evitamos as guloseimas e porcarias, troquei as panelas de alumínio pelas de inox (legal demais!!), água mineral, retirei o leite Ninho, passei a dar leite de côco.

Não gritava mais como antes agora tentativas de palavras, na maioria das vezes letras e números.

Já atendia aos comandos verbais, ordens simples.

Em Novembro iniciamos com 2 suplementos, Vit B6 ativa de 50mg e Magnésio Quelado de 200 mg; Em 15 dias ele começou a falar espontâneamente, e em 20 dias as palavras estavam claras, boa dicção. Em Dezembro iniciamos o suplemento Speak Smooth e a dieta SGSC.

Ainda não há conversa, apenas palavras e algumas frases de 2 palavras, percebo que ele tem se esforçado pra falar nas horas certas, funcionalmente. Pois sai de casa e diz passear...se chove ele diz Chuva...chego na casa do meu pais e ele diz: Vovô... 

Janeiro 2014, descobri que ele está lendo, já desconfiava há alguns meses, mas resolvi fazer um teste e ele leu 20 palavras sem erro, e sem figuras!"

Abaixo depoimento amoroso do papai brasileiro!

"Oi Julie,
Deixe-me contar um pouquinho da nossa família: o A. é fruto de uma bela história de amor, iniciada com uma paixão adolescente, temperada pela distância e os anos de afastamentos, culminando com um grande reencontro, daqueles que só a vida pode explicar. Do início do nosso casamento, até nos sentirmos preparados para recebe-lo (emocional e materialmente), oito anos se passaram, outros dois até a confirmação da gravidez. Minha esposa recebeu acompanhamento médico prévio e durante a gravidez, tomou todas as vitaminas recomendadas. 
O A. nasceu de cesariana, por recomendação médica, no dia 21/01/2010. Nasceu um menino forte, com muita saúde e, perdoe-me pelo comentário do pai coruja, muito lindo. Ele tomou todas as vacinas possíveis, a grande maioria na rede particular. O papai aqui quase não deixava eles saírem de casa, até que fosse possível tomar a vacina do H1N1, dado a histeria sobre o tema na época do nascimento dele.
Observamos nele todos os marcos de crescimento esperados: desde o andar até o falar. Com a proximidade dos dois anos, algo mudou. Meu filho praticamente deixou de falar, das pequenas sentenças ficaram apenas algumas poucas palavras, a hiperatividade passou a se apresentar como característica predominante, ele não olhava mais nos olhos, parecia perdido em si. Nesta época imaginávamos que era problema de socialização, falta de escola... Foi quando, em janeiro de 2012, em uma consulta com o pediatra, que ele nos assustou: algo está errado com este menino. Nos recomendou dúzias de exames, nos encaminhou para outros especialistas. Nada foi identificado.
Investimos na escolinha, imaginando que seria a solução. No entanto, as primeiras semanas foram muito angustiantes, dado que ele só chorava. Desistimos da escola e o mantivemos em casa, até o segundo semestre de 2012. Nesta segunda oportunidade, o desenvolvimento foi melhor, foi ali que ouvimos pela primeira vez em autismo. Ao final do período letivo, ouvimos da pedagoga que ela desconfiava de autismo, quando vira o A., mas que com o tempo, ela descartara a hipótese.
Mas nosso filho não apresentava a evolução esperada para a idade. Decidimos mudar de escola. Início de 2013, com a hiperatividade em alta, o jogo simbólico praticamente inexistente e a fala limitada a sim e não; as aulas começaram. As primeiras semanas foram bastante traumáticas: ele basicamente queria ficar escondido das outras crianças. Com este feedback nos convencemos que nosso filho era diferente, que precisava de ajuda. Buscamos o Centro Conviver, em Curitiba, que sugeriu o diagnóstico dele, confirmado, posteriormente, por um neuro-pediatra: meu filho era autista.
Secadas as lágrimas, começamos a nos informar sobre o que poderíamos fazer, as respostas, com pequenas variações, falavam em estimulação e controle de comportamento através de medicamentos. Ao iniciar a leitura sobre os efeitos colaterais das opções alopáticas, fiquei desesperado. Estaria eu disposto a dopar meu filho daquela maneira?
Era março de 2013, aproveitando nossa experiência acadêmica, iniciamos uma ampla pesquisa sobre a recuperação do espectro autista. Encontramos algumas publicações que relatavam melhora substancial com alguns protocolos, especialmente B6 e Magnésio. Buscamos uma nutricionista que nos ajudou a criar a primeira suplementação para ele, focada, nas palavras dela, em anti-oxidantes.
Percebemos melhora muito rápida nele, especialmente quanto a hiperatividade e uso adequado do banheiro. Percebemos, então, que outros caminhos eram possíveis. Intensificamos as buscas, na esperança de encontrar outros caminhos. Ao levarmos as possibilidades para o neuro, ouvíamos: não há comprovada melhora o uso de B6, óleo de peixe, dieta SGSC... Decidimos ignorar tais relatos, afinal, se não fazia mal, qual a justificativa de não continuarmos a busca? Nosso filho merecia isto.
Abril de 2013, encontramos os primeiros relatos de crianças recuperadas pela homeopatia. Aprofundamos as buscas e encontramos o CEASE. Nesta oportunidade estávamos decididos que este seria um caminho a trilhar, deixamos de lado nossos preconceitos, pois não acreditávamos em homeopatia (nossa formação não nos permitia entender como uma substância ultra diluída poderia fazer alguma diferença). Estudamos um pouco e decidimos fazer; afinal, se não faz mal e pode fazer bem, qual a razão de não buscar? Este era nosso guia.
Entramos em contato com alguns profissionais fora do país, pois na oportunidade não existiam opções locais. Tínhamos decido: viajar nas férias de julho, para Portugal, para iniciarmos o tratamento da CEASE.  Neste intervalo, comprei o livro do Dr. Tinus e comecei a entender um pouco mais da proposição do CEASE, reforçando nossa decisão. Nesta época a Maria Helena Rossi fez a certificação CEASE e mudamos nosso destino: de Portugal para Uberlândia.
Em junho estivemos com ela. Ficamos encantados com a simpatia da profissional e maravilhados com a possibilidade de termos encontrado um caminho para o nosso querido filho. Iniciamos a primeira rodada de desintoxicação logo após a nossa consulta, percebemos uma redução da hiperatividade e o início do jogo simbólico. Eliminamos completamente o uso de corticoides, antibióticos,... algo impensável alguns meses antes.
Quando íamos iniciar a segunda rodada do detox uma pneumonia nos pegou desprevenidos, foi algo bem assustador. Finalizado o tratamento da pneumonia, retomamos o detox, agora de corticoides. A melhora foi significativa, algo difícil de explicar, simplesmente ele voltou a falar, a hiperatividade foi reduzida enormemente, o diálogo passou a existir, enfim, era outra criança.
Decidimos, quase ao final desta rodada, buscar um médico DAN, que pudesse nos orientar de forma mais adequada na suplementação vitamínica e em possíveis exames, que segundo o neuro não serviam para nada. No dia 14/out/2013 estivemos no Dr. Rogério Rita. Foi quando recebemos a melhor notícia de todas: nosso amado filho estava fora do espectro.Continuamos no tratamento, estamos avaliando intoxicação de metal pesado, através de exames específicos e acabamos de finalizar o detox de antibióticos. Nosso filho é outro, ainda tem dificuldades no relacionamento criança-criança, ele adora brincar com os outros, mas o conversar, o convidar,... ainda é prejudicado.Temos a certeza que a nossa caminhada apenas foi iniciada, mas hoje percebemos que acreditar na possibilidade da recuperação foi uma decisão iluminada por Ele. Fica o relato para estimular outros pais, reconhecemos que a caminhada ainda é individualizada, e que talvez os resultados sejam diferentes de criança para criança, mas ao pensar na outra possibilidade, a certeza de que fizemos a melhor escolha nos é reforçada."
Mais um depoimento de uma mãe brasileira

"Júlie, boa tarde

Sou mãe do G. de 4 anos. Bem o G. foi diagnosticado autista aos 2 anos e 5 meses, na época a fala tinha sumido (ele falava antes, papa, mamã, vovó e didi (dindinha), mas como se num passe de mágica sumiu. Junto veio a dificuldade de interação com crianças, ele parecia ter panico deles.

Assim que recebemos o diagnostico ele já foi encaminhado a uma clinica multidisciplinar onde tem até hoje fono, T.O, Psicologa, Musicoterapeuta e Hidroterapia 2 vezes por semana.

Aos poucos tivemos ganhos na fala, soltando algumas palavras e desenvolvendo o vocabulário. A interação melhorou...

Sempre li muito sobre autismo e sempre tentei estimular meu filho o máximo possível, lá em casa a chave se chama Amor.

Nessas leituras sempre fiquei intrigada sobre a intoxicação pelas vacinas e meu coração de mãe sempre me disse que esse poderia ser um dos motivos para o desenvolvimento do autismo no G., tanto que depois disso não dei as vacinas de reforço que deveriam ser aplicadas aos 4 anos.

Conheci a Maria Helena Rossi (homeopata) por um depoimento do E. num grupo de rede social, fiquei muito interessada e fui pesquisar mais a fundo sobre a Terapia Cease, marquei uma consulta para 15 de janeiro de 2013 e desde então vejo saltos imensos, "imensos mesmo". O G. está formando frases de até 4 palavras, canta musicas completas (fala errado a maioria das palavras, mas canta) entende praticamente tudo que falamos, não sinto que está alheio, solicita minha presença e chama para brincar, vejo um rapazinho em casa. O desenvolvimento é nítido.

Estamos todos em casa muito confiantes com todo ganho e sinto meu filho cada dia mais feliz.

É claro que nem tudo são flores, ainda temos muito a melhorar, tem momentos de isolamento, ecolalia... nos dias das dosagens mais forte ele fica bem estressado, com coriza, chorão, mas como sei que faz parte do processo de limpeza tento ter o máximo de paciência".

OLÁ MAMÃE E PAPAI, ESTES SÃO RELATOS DE MÃES E PAIS MARAVILHOSOS, SOFREDORES E LUTADORES, QUE AMAM SEUS FILHOS E QUE VÃO ATÉ O FIM DO MUNDO POR ELES. 

QUE NÃO ACEITAM A VISÃO TRADICIONAL DE QUE O PROBLEMA DO SEU FILHO NÃO TEM CURA. 
E QUE VIRAM QUE A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DELE COMEÇARAM - COM A RETIRADA OS REMÉDIOS ALOPÁTICOS E... - COM A AJUDA DESTA ARTE DE CURA QUE É A HOMEOPATIA E A TERAPIA CEASE.

Alguém tem dúvidas do futuro destes príncipes? :) Eu não tenho nenhuma! Com muita luta, muita luta, muita PACIÊNCIA, os resultados positivos vão continuar surgindo, lentamente, um dia após o outro.

Viva a homeopatia!

E eu, que estou devendo uma atualização, quero só adiantar que nos últimos 6 meses tivemos muitos progressos importantes, entre eles muito mais concentração e calma, o desfralde (que alívio!), e o tão esperado início da FALA!

O Oliver disse MÃ pela primeira vez no dia 25 de Dezembro!!! Presente de quem? 

De quem vai ser:... d'Ele mesmo! :)

E lá vamos nós com muita fé!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A Raiz REAL do autismo esta´ mesmo no intestino!

Para quem assistiu aquele programa fraquíssimo que o Fantástico da Rede Globo fez sobre o autismo com o Dr. Drauzio Varella, aqui vai um documentário recente IMPERDIVEL que explica como antibioticos afetam a flora intestinal, e como vacinas causam acumulo de metais pesados, causando o desquilibrio do sistema imunologico, que se torna ineficaz para impedir a proliferação de bacterias patogenicas - que ao liberar toxinas acabam afetando o cerébro - e infeccoes virais cronicas.


Este é problema dos nossos filhos autistas! E o seu problema é tratável! 


Para ver o documentário, é só clicar em cada um dos links abaixo... tem legendas em português.


Assista pelo menos o começo da parte 2 para ver o depoimento da mãe. Ela conta que deu antibiotico por 8 semanas para o filho, para tratar a proliferação de uma familia de bacterias chamada Clostridium (comum no intestino de crianças autistas).

Você vai ver como o menino melhora em seguida com o antibiótico, mas acaba retornando aos velhos sintomas porque os esporos da bacteria voltam a se proliferar ja' que o antibiotico não é capaz de matar os esporos.

Por isso lembre-se, nunca de remédios psicotrópicos para a criança autista, porque você só vai estar contribuindo para piorar o problema não estará tratando o que deve tratar... os metais pesados acumulados nos tecidos do corpo, e  infeccoes no intestino e no cerebro!

Vamos cuidar da dieta dos nossos filhos, evitar antibióticos e vacinas, e para quem gosta da homeopatia como eu, devagarzinho tentar reverter  este problema. 

Com muita fé, chegaremos lá se Deus quiser!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Fim da Desintoxicação da Triplice bacteriana Difteria-Tetano-Coqueluche

Depois de 4 meses terminamos de desintoxicar a vacina triplice bacteriana Difteria-Tetano-Coqueluche. Este ano tambem desintoxicamos a Amoxicilina, a Triplice Viral Sarampo-Caxumba-Rubeola (veja posts da lista de posts). 

Provavelmente faremos mais uma rodada de um mês no futuro mas não agora. As reações nao foram agudas. Vejo que a medida que o meu filho melhora, as reações se tornam bem mais faceis de lidar.

Nestes muitos meses que se passaram, quem seguiu meus posts anteriores, vinha lendo os nossos desafios e também leu bastante sobre como funcionam as desintoxicações. 

Portanto hoje eu vou fazer só um comparativo de até onde chegamos com a ajuda da terapia CEASE, de 3 suplementos (vitamina C, zinco e oleo de peixe) e de uma dieta sem gluten e sem caseina, mas tambem sem soja, sem acucar, sem arroz e sem batata (esses 2 ultimos re-introduzimos ha pouco tempo)!

Um ano de terapia CEASE, comparativo do inicio em Maio de 2012 (com 2 anos e 5 meses de idade), até junho de 2013 (3 anos e 5 meses de idade):

- o meu filho só queria assistir DVDs, e ele pedia para mudar de DVD depois de assisti-lo por 30 segundos (falta de concentração)

Hoje ele assiste filmes inteiros no DVD sem nenhuma interrupão, ri, aponta os personagens na tela para mostrar para os pais

- ele mais olhava para os numeros no leitor de DVD ou de CD do carro, do que para o proprio filme. Tinha obsessão com numeros, obsessãoo em sair de casa com um brinquedo em cada mão, depois com fechar todas as portas antes de sair de casa, e outras menores que nao me lembro agora. A medida que foi melhorando e começou a pedir que lessemos para ele, ele desenvolveu uma obsessão com determinados livros, tinhamos que ler o mesmo livro várias vezes, e não podiamos ler uma palavra errada, ele as conhecia de cor! (obsessões)

Todas as obsessões apareceram, pioraram e depois melhoraram com o passar das desintoxicações. Ele não tem mais nenhuma obsessão, NENHUMA, todas as que cito acima passaram.

- era im-pos-si-vel levá-lo no supermercado para fazer compras. Ele esperneava e gritava até ir embora, e assim era para tudo. Se eu precisasse de ovos, eu tinha que esperar o meu marido voltar do trabalho e ir comprar, viviamos em um stress constante de como ele iria reagir dependendo de onde quisessemos ir, tinhamos que fazer um malabarismo horroroso para conseguir comprar qualquer coisa. Ate em loja de brinquedos ele não queria entrar (rigidez, impaciencia).

Nossa, aqui, a nossa vida mudou 360 graus. Há dias em que ele está um pouco mais cansado e reclama um pouco, mas nem um pouco dificil de persuadi-lo. Inclusive, gosta de sentar no carrinho do supermercado e ajudar jogando as mercadorias no carrinho. Embora ainda seja bem impaciente, ele ainda reclama demais se tiver que ficar sentado no carrinho numa fila.

- ele tinha verdadeiro horror de areia, e nem queria segurar a banana para come-la - a sua fruta preferida - as vezes se machucava e mal parecia sentir dor (problemas de integracao sensorial tactil)

Ele passou a segurar a banana no fim da desintoxicação da amoxicilina. Sente muito mais dor quando se machuca. E sobre a areia, uma foto diz mais que mil palavras J


- ele não atendia o nome na grande maioria de vezes, o contato ocular com os pais era... médio (falta de contato ocular)

Ele responde ao nome sempre. E quanto ao contato ocular... hoje ele fica o tempo todo pedindo para que eu tire os óculos de sol se estiver usando um, para poder ver os meus olhos.

- ele não atendia quando eu pedia, por ex. a esponja para ele no banho, ou tinha a menor ideia de onde ficavam as partes do corpo

Hoje ele atende tudo, conhece todas as partes do corpo e aponta pra elas se solicitado

- ele parava ao lado do balanço chorando sem me buscar com os olhos esperando que eu chegasse para balança-lo, ou caia e se machucava e não me buscava para consolá-lo, não apontava para mostrar o que queria (comunicação ruim)

Agora vem e me puxa mesmo!

- ele deitava no berço e me ignorava, olhando para o teto quando eu pedia um beijinho de boa noite (falta de vinculo e afeto)

Oh meu Deus, é a criança mais carinhosa do planeta, me da´ uns 100 beijinhos nos lábios por dia

- ele ignoraria totalmente os meus sentimentos se me visse chorando ou se eu o desse uma bronca (falta de empatia e reconhecimento de expressões faciais)

Ele me viu chorando outro dia, veio e ficou olhando nos meus olhos e me dando beijos. 

Entende perfei-ta-mente quando não gostamos de alguma coisa se lhe damos uma bronca. Se ele fica muito perto da TV, eu chego na sala, olho com cara feia, ele corre para o sofá!

- se eu estivesse deitada na cama – eu podia estar doente – ele vinha e se sentava em cima do meu rosto, muitas vezes, me machucava bastante, sem a menor noção

Isso não existe mais, graças a Deus, embora eu ache que ele ainda não sabe o que significa “machucar as pessoas”, mesmo que eu repita pra ele que algo machuca e que não pode

- ele saia correndo em disparada sem olhar para trás e era facilimo perde-lo na multidão

Hoje ele corre, mas em geral olha para trás, e se chamamos, ele volta.

- ele teve varios tics diferentes, nem lembro de todos, uma epoca encostava os dentes na minha mão, depois pressionava o lado do rosto nos meus braços e pernas constantemente, passou os ultimos dois meses pulando taannnto do sofá (onde fosse, no meu apartamento, na casa dos amigos quando iamos visitá-los...), a ponto de que a minha vizinha não olha mais na minha cara, e com razão! (obsessões)

Todos os movimentos repetitivos sumiram. Não pula mais como antes, só pula no lugar quando ele fica muito contente, ou está assistindo algum DVD que gosta e tem música.

- ele não tinha interesse ou entendimento de jogos de memoria ou quebra-cabeças, e não tinha nenhum sinal de imaginação e fantasia, como dar comida pra boneca, ou imaginar um aviãozinho voando (falta de imaginação)

Ele já dominou jogos de memória, faz quebra-cabeças de quase 50 peças, conhece todas as letras e agora, finalmente... está começando a mostrar sinais de imaginação! Eu agora digo “da um beijinho no cavalinho”, ele beija, ou faz o cavalinho beijar a vaquinha. Ou faz os bonecos escorregarem numa rampinha como se se fosse um escorregador, atende o telefone quando toca,brinca mais com carrinhos. Ainda há muito o que progredir aqui, mas pelo menos começou!

- ele parava do lado da porta da escolinha chorando para ir embora depois de ter ficado lá uma hora e meia (socialização pobre)

Agora está totalmente integrado na escola, adora, vai todos os dias da semana, e felizmente está sendo auxiliado por um cuidador, para ficar quietinho na hora de comer na mesa. Eu tenho recebido relatórios de progresso, de que ele está cada vez mais, aos poucos, se juntando ás atividades. A socializacão dele ainda é pobre. Ele fica ao redor das crianças tranquilamente, e interage ás vezes, mas não toma a iniciativa ou procura alguma em particular. Se eu visito uma amiga que tem filhos da mesma idade, eles só vão brincar juntos se um perseguir o outro, senão ele interage muito pouco ainda.

E a fala... devagar, continua dizendo somente umas 3 ou 4 palavras. Mas ela vem, ela vem, somos pacientes!

Vamos ter um descanso de 2 semanas e provavelmente vamos desintoxicar agora a oxitocina que tomei para induzir o meu parto e a pelidural. A homeopata está decidindo. Estou muito contente com os resultados e ansiosa para ver os progressos que as próximas desintoxicações vão trazer. Continuamos a dieta e não pretendo pará-la, embora ele esteja agora comendo um pouquinho de batata e um pouquinho de arroz integral, por recomendacao do medico ao analisar os exames, ja que como o Oliver e' muito ativo, ele precisa de mais carboidratos. Mas eu ainda estou muito receosa e dou pouco.

Como já contei visitamos um médico DAN muito renomado (Dr. Daniel Goyal), que elogiou a dieta e receitou antibioticos para matar bacterias depois de ver o resultado dos exames de fezes. De acordo com o resultado do exame de metais pesados, o Oliver os está eliminando muito bem, obrigada! O próprio médico disse que esta quelação é, sem duvida, graças a homeopatia e que ele mesmo já viu a homeopatia “em ação” depois de fazer exames numa criança antes e depois de tratamento homeopatico. Mas como não queremos dar antibióticos para ele, esse tratamento está em standby.

Fomos a uma naturopata também de bastante prestigio aqui em Londres (Lucinda Muller), ela receitou remédios mais naturais para as bactérias e outros suplementos, mas depois de pesquisar, ouvir testemunhos de outros pais, ler sobre efeitos colaterais, a minha intuição me diz, mais uma vez.... que, embora seja tentador, ainda vamos seguir com a homeopatia até o dia que o desenvolvimento dele estagnar, ocasião em que cogitaremos outras alternativas. E eu, por algum motivo, gosto de ir devagar com os suplementos...

E assim vamos levando. Tentando estressar menos com o futuro, eu me sinto muito melhor e mais confiante agora. Sempre aplicamos os principios da terapia floortime em casa, de forma que damos muita atenção a ele, brincamos bastante, o desafiamos para que interaja conosco e o enchemos de amor. 

Ele esta fazendo uma hora de terapia ocupacional por semana e pretendemos que ele tenha mais uma hora por semana pelo menos. Ele está numa escola excelente, e tem bastante estímulo lá. Continuamos com sessoes mensais de osteopatia.

Então é isso, meus amigos. 

Como alguém disse por aí: o fácil eu já fiz, o difícil eu estou fazendo, e o impossível... o impossível eu deixo na mão de Deus!


Lá vamos nós, com fé, SEMPRE!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

O neuro receitou Risperidona... e agora, dar ou não dar?

Atualmente, existem várias opções de tratamento para as crianças no espectro de autismo, dietas adaptadas, suplementação, terapia ocupacional, homeopatia, e como todo mundo sabe, os remedios psicotrópicos comumente receitados pelos neurologistas.

Um dos mais conhecidos dos pais é um remedio chamado Risperidona, mas há muitos outros com características muito similares. E quando um neurologista prescreve um remédio psicotrópico, eu imagino que muitos pais ficam na dúvida de dar ou não dar. "Mas o médico é o especialista, não é verdade. Se ele receitou, ruim não pode ser". E acabam tentando.

Como todo mundo sabe, cada criança tem sintomas totalmente diferentes dentro deste espectro enorme chamado autismo, com características totalmente individuais, e obviamente cada uma delas reage de uma maneira diferente a estes remédios. É impossível prever.

Algumas crianças inclusive, reagem de uma forma positiva, muitas vezes por alguns anos.

Mas os nossos filhos vão crescendo, e um dia eles serão adultos. Enquanto são crianças, de certa forma, o comportamento é controlável e tolerável. Eles são lindos, mesmo com as suas manias diferentes das outras crianças. E sabe-se que com a chegada dos hormônios da adolescência, a criança do espectro manifesta ainda mais a sua agressividade.

Por isso, quando eu penso no autismo do meu filho eu penso no futuro dele, não neste momento, no agora. Porque o autismo 'e comprovadamente um diagnostico temporário, que pode mudar, e ninguém, repito ninguem, 'e capaz de prever como a criança vai se desenvolver.

E nesse hora eu penso seriamente nestes remédios. Eu olho para estes rapazes com autismo grave que são totalmente dependentes dos remédios e morro de pena. Morro de pena porque a sua vida na fase adulta e a sua dependência existe exclusivamente por causa da decisão que os seus pais tomaram lá atrás, na infância, sem talvez realmente pensar nas consequencias.

Será que a criança, se tivesse podido escolher, teria optado pelos remédios psicotrópicos?

Um exemplo: veja este video que mostra como este jovem autista brasileiro sofre com a dependência dos remédios.

Eu venho pesquisando há algum tempo todos os tratamentos disponíveis e de uma coisa eu hoje tenho certeza: no momento em que o médico opta por receitar remédios psicotrópicos como a Risperidona, ele esta tentando controlar os sintomas da criança no presente, e está jogando TODAS as possibilidades de recuperação futura da criança PELA JANELA. É uma decisão imediatista. 

Os remédios comprovadamente só acalmam ou controlam a agressividade, a irritabilidade, mas ela continua lá, dormente. Eles criam uma falsa sensação de controle, uma concentração e atenção artificiais, porque no momento em que a criança pára de tomar o remédio, esse progresso desaparece e ela regride.

Os remédios como a Risperidona nunca ajudarão a melhorar os sintomas de autismo da criança de nenhuma forma, não vão fazer com que a criança progrida.

POR QUÊ? 

Porque a criança apresenta atraso no desenvolvimento, falta de atenção, sensibilidade aguçada, hiperatividade (ou falta total de atividade, os casos variam), porque a criança apresenta:

1. acúmulo de metais pesados no cérebro, como mercúrio e alumínio (de forma geral, por causa da vacinas, já que muitas vacinas ainda contém mercúrio, e todas contém taxas de alumínio muitas mais altas do que o permitido, metal pesado altamente tóxico). Metais pesados acabam se alojando no cerébro porque a criança tem dificuldade de eliminação, o que prejudica o funcionamento do cérebro e consequentemente, do sistema imunológico, causando tudo que você vai ler nos próximos itens...
2. proliferacão de bacterias patogênicas, fungos e parasitas no intestino que o tornam permeável,  inundando seu corpo diariamente com toxinas que o tornam hiperativo, que causam tics, e atrapalham na concentracão,
3. deficiências nutricionais, como falta de zinco, magnésio, outros minerais ou vitaminas, o que prejudica o desenvolvimento, ou fazem por ex., com que a criança morda tudo o que vê pela frente, de roupa a sofá,
4. alergias e intolerâncias alimentares que o irritam constantemente.

Ou seja, para que fique bem claro: por ex., a sua unha não pára de doer. Daí você descobriu que a sua unha dói porque você tem uma infecção bacteriana ali. Eu te pergunto: você vai tentar tratar a infecção bacteriana ou você vai continuar tomando remédio para passar a dor da unha? 

Ou seja, a Risperidona vai dopar a crianca para "abafar" todo esse enorme rebuliço fisiológico que está acontecendo dentro dela, de uma forma artificial. Não vai curar nada.

PORTANTO: o que precisa realmente ser tratado são os sintomas citados: 1. o acúmulo de metais através do tratamento de quelação de metais, 2. a proliferacao parasitaria e fungica, com tratamento com antiparasitarios e antifungicos, 3. as deficiencias nutricionais, com dieta adequada e suplementação. 

Todo médico sabe que remédios como a Risperidona só podem ser tomados por um período de tempo. É essencial mudá-los de tempos em tempos por causa dos efeitos colaterais.

A criança então, toma Risperidona por 1, 2 ou 3 anos. E depois disso? E quando ela completa, 10, 13 anos de idade?

A verdade, leitor, é que a vida da criança vai se tornando um pesadelo. Porque além de não ter tratado nenhum dos seus sintomas existentes, ela vai começar a desenvolver muitos outros problemas advindos do consumo de remédios, problemas que a criança nunca teve. Os problemas gastrointestinais podem piorar, sem falar nos problemas neurólogicos que a criança passará a desenvolver justamente por conta do consumo do remédio, como convulsões e tics nervosos.

Não se enganem, o futuro é negro, e não importa o que diga o neuro. Haverá aumento de peso, você talvez venha a precisar de outros remédios para controlar refluxo, acidez estomacal, problemas no fígado, nos rapazes haverá surgimento de mamas, e a alta probabilidade de que a criança/adolescente venha a ter convulsões.

Que ninguém se engane que a criança que toma Risperidona (ou similar, Risperdal, Ritalin...)  vai melhorar por milagre, a tendência é a de que, sem dúvida, os sintomas da criança se mantenham mais ou menos os mesmos, ou piorem. E como isso vai acontecer, não existe médico no mundo capaz de prever.

Todos se lembram do caso do adolescente que matou várias criancas a tiros na escola em Sandy Hook em 2012, nos EUA.

Este artigo lista os nomes de todos estes adolescentes dos EUA envolvidos em casos de assassinatos em escolas e ataques psicóticos similares, e todos eles tinham histórico de consumo de remédios psicotrópicos. Isso é algo muito sério, que estes remédios sejam capazes de criar um quadro psicótico em uma criança.

Eu me pergunto, os pais tem noção disso? Eles tentam imaginar os próprios filhos com 20 anos de idade quando eles aceitam adotar o uso de um remédio deste tipo? Se se perguntam que futuro estão oferecendo para os seus filhos quando lhes dão remédios?

Isso sem falar que a Risperidona não tem qualquer comprovação cientifica de eficáciaA Risperidona e' um remédio chamado de "off-label" pela comunidade médica internacional. Remédio "off-label" - em inglês - e' o nome que se dá a todos aqueles remédios que são receitados pelos médicos para tratarem certas doenças para as quais nunca foram testados.

Por que isso acontece: os laboratórios farmacêuticos gastam muito dinheiro em pesquisas com remédios, pesquisas duram anos, processos de patentes também. Quando o remédio passa a ser comercializado e não vende muito porque o remédio do laboratório da concorrência é melhor, o laboratório farmaceutico procura uma nova finalidade para o remédio, pra vender mais.

É o que acontece com os remédios prescritos para crianças autistas. Eu não conheço nenhum remédio testado com a população autista. Estes remédios um dia foram testados em adultos para tratar doenças como, por exemplo, a Sindrome de Alzheimer, mas como o remédio não está trazendo lucro... lança-se uma nova campanha de propaganda, e "re-inventa-se" o remédio. Os propagandistas passam a visitar os médicos semanalmente e fazem propaganda de que o remédio tem produzido efeitos positivos em crianças autistas. E os médicos então, passam a prescreve-lo.

Foi o que aconteceu com a Risperidona. A Risperidona foi um dia testada para tratar esquizofrenia. Os ensaios clinicos foram feitos com adultos. A Risperidona nunca foi testada em crianças

Ou seja, quando a a criança toma Risperidona, ela está tomando um remédio fortíssimo para tratar adultos que sofrem de esquizofrenia! 

Este relatório de 2011 coleta toda a informação que existe sobre as provas existentes de eficácia da Risperidona (e outros 4 remedios). Na página ES-4 há uma tabela que mostra as evidências de eficácia da Risperidona no tratamento de crianças, dividido em ansiosas, bi-polares e com atraso mental

As legendas que constam na tabela para a Risperidona são somente: BOLINHA - não há informação sobre prova de eficácia, + COM FUNDO AZUL CLARO - pouca ou muito pouca prova de eficácia. 

Vale lembrar que a Risperidona pode causar aumento de peso e diabete tipo 2, efeitos secundários nos nervos motores (tics nervosos - tardive dyskinesia), e é por isso que não se pode utilizar Risperidona a longo prazo.

Veja aqui um video com explicação sobre a falácia que é a Risperidona.

Eu morro de pena de criancas que tomam remédio, mas com isso NÃO estou julgando os pais. Porque os pais seguem a orientação dos médicos! 

Dá pra julgar os médicos? De certa forma, poderia se dizer que.... não, se considerarmos que nem mesmo eles conhecem bem os remédios que receitam.

E como eu estou aqui fazendo essa afirmação?

O psiquiatra inglês Ben Goldacre acabou de lançar - em 2013 - um livro bastante completo chamado BAD PHARMA ("A Má indústria farmaceutica") onde ele explica detalhadamente como, enquanto psiquiatra, tem uma dificuldade imensa de decidir que remédios receitar. Porque quando ele tenta procurar todos os estudos que foram feitos sobre um determinado remédio que vai receitar, a informação completa sobre efeitos colaterais quase nunca está disponivel, porque os ensaios clinicos cujos resultados foram negativos - ou seja, cujos efeitos colaterais prejudicias seriam suficientes para que a sua comercializacao fosse rejeitada pelas autoridades competentes - não chegam a ser publicados na literatura médica! 

Assista o Dr. Ben Goldacre neste video, é muito interessante. Ele explica como os médicos não conhecem os remédios que receitam, e dá alguns exemplos reais que embasam o seu argumento.

O processo de produção de medicamentos, do momento dos estudos iniciais até o final, do controle por parte das autoridades que regulam a industria farmacêutica, é totalmente irregular, e porque não dizer, corrupta, um verdadeiro fracasso.

Os ensaios clinicos de remédios são planejados de forma parcial, para produzir resultados favoráveis, de forma que o laboratorio farmaceutico consiga comercializá-los. Os interesses são somente financeiros $$. 

Uma vez que o laboratório tem a autorização para comercializar o remédio, os médicos são bombardeados com propaganda positiva do remedio, que pode-se dizer que é na verdade FALSA, porque é incompleta. Voce já ouviu falar de médico que vai pra Disney com a família com tudo pago por algum laboratório farmaceutico? Isso acontece, minha gente. Os laboratorios farmacêuticos são riquíssimos. 

Vejam um exemplo nesta noticia de hoje:  "As alegações são feitas após alegações anteriores semelhantes de que a equipe de vendas do laboratório farmacêutico GlaxoSmithKline -GSK na China,  oferece aos médicos dinheiro, jantares e todas as despesas de viagem pagas para que receitem o Botox da GSK. Estas alegações, relatadas ao Wall Street Journal por uma fonte anônima, são de que a equipe de marketing da GSK na China tinha planos de dar quantias em dinheiro a médicos para cumprir "quotas" de prescrição do seu produto entre 2004-2010".

Em 2009, a famosa marca Pfizer foi condenada a pagar 2 bilhões de dolares por fazer marketing falso de remédios aos médicos, veja aqui.

O seu neuro, na grande maioria das vezes, ignora totalmente muitos dos efeitos colaterias dos remédios que prescreve, e justamente por isso, ainda os prescreve, porque a informação não está disponivel, ela desaparece. 

Esse post é pra você pai e mãe, cuj@ filh@ ainda é criança: ele tem muitas chances de melhorar e de se recuperar. Como sabemos, através de terapia ocupacional, de amor, da restrição na dieta, de suplementação sob o tratamento "biomedico" (antigamente conhecido como tratamento "DAN! - Defeat Autism Now"). Há muitas opções. E muito mais, muito mais, com o tratamento homeopático.

Eu imagine o meu filho adulto. Se ele crescer como o pai, o que provavelmente vai, ele terá quase 2 metros de altura... Assusta pensar nas dificuldades que terei ao tratar um adulto com 2 metros de altura quando eu tenho 1.60 de altura.  

Eu já li as experiências de muitos pais e sei que os pais que tentam outros tratamentos por um período de tempo, constatam que JAMAIS precisarão dar remédios psicotrópicos.

Reflita: se o seu filho tivesse tido a opção de escolher, talvez ele NUNCA optasse por tomar remédios psicotrópicos. 


Eu amo o meu filho demais para fazê-lo de cobaia de um remédio para tratar sintomas para os quais nunca foi testado. 

E eu rezo para que Deus esteja ao nosso lado, e nos ajude para que NUNCA tenhamos que dar remédios psicotrópicos pra ele.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

1a. rodada da desintoxicação da Triplice Bacteriana Difteria-Tetano-Coqueluche


Finalmente terminamos a desintoxicação da triplice viral do sarampo-caxumba-rubeola.

A desintoxicação durou quase 4 meses. No final  ele andava bem agitado, pulando muito. Eu não sei se ele andava pulando por causa dos efeitos finais da desintoxicação, se foi por causa do leite de camelo que ele começou a tomar (mas tomou por um mês e paramos) ou se foi por alguma outra que eu não consegui descobrir.

O fato é que começamos a desintoxicar a vacina triplice bacteriana contra difteria-tetano-coqueluche!

Esta é a vacina que os bebês tomam as 8 semanas de vida, com repetição as 12 semanas e as 16 semanas. Tão novinhos! Ou seja, esta foi realmente a primeira vacina que o Oliver tomou. Eu sempre acreditei que os problemas dele começaram muito antes do que a triplice viral dos 12 meses e certamente seria uma desintoxicação importante para se fazer.

Já fizemos um mês de desintoxicação, 4 semanas na mesma potência 30C. Semana que vem vamos entrar na potência 200C (e depois há mais duas potências, 1M e 10M). Como já expliquei antes, cada potência trata campos diferentes fisico, mental, emocional.

Ele tem reagido bastante a esta vacina. De forma geral, nos dias que reage fica dificil de lidar, fazendo birras, ou chora muito, e muitas vezes tem reações como quem não sabe o que quer.

Nestes últimos 2 meses ele tem se comunicado muito mais do que antes!

A última lembrança que tenho dele no parquinho antes de o inverno começar, lá por outubro, era a mesma cena que se repetia há meses. Ele corre para o balanço e fica lá em pé, parado do lado do balanço, esperando que eu me aproxime. Ás vezes grita, mas nunca procura olhar pra ver onde estou, ou me chamar, eu é que tenho que chegar perto e colocá-lo no balanço.

Seis meses mais tarde, semana passada, fomos ao parquinho pela primeira vez depois deste longo inverno. Ele correu para o balanço, e vendo que eu não vinha, correu para minha direção e me levou até o balanço me puxando pela mão!!

Este é uma melhora muito boa na comunicação. Hoje em dia, se ele quer ver TV, ele nos leva ate a TV ou traz o controle remoto, aponta para tudo o que quer, o contato visual conosco está muito, muito bom.

Ah, seis meses atrás contei aqui no blog como eu brincava com ele no banho e tentava em vão fazer com que ele apontasse as partes do corpo. Ele mal respondia, submerso nos seus pensamentos. Hoje em dia, ele aponta todas as partes do corpo e na verdade, inicia a brincadeira, olhando pra mim, sorrindo e apontando para os proprios olhos para que eu diga “olhos!”

A barriguinha dele que era bem distendida esta diminuindo gradualmente e ele tem mostrado bem mais interesses por brinquedos que ele mal olhava antes, como trem, o castelinho com personagens e carros na garagem.

Nós continuamos na mesma dieta (tipo SCD/GAPS)
- evitando determinados carboidratos que contenham gluten, grãos como arroz, e batata (ele come bastante abobora!),
- comendo todo tipo de proteina animal,
- verduras e legumes, frutas como banana (madura!!) e pera,
- sopas com caldo de galinha ou carne caseiro,
- as vezes faço bolachas com farinha de amendoa,
- gorduras saudavéis como oleo de coco, oleo de linhaça e oleo de oliva. 
- mel puro manuka
- continua tomando como  suplementos, zinco, multivitamina com várias vitaminas B, vitamina C, oleo de figado de bacalhau.

 Tivemos uma consulta com o famoso médico ambientalista Dr. Daniel Goyal. Ele me parabenizou por ter colocado o meu filho na dieta bem cedo, e por estar fazendo osteopatia mensalmente. 

Ele conhece a terapia CEASE e me apoia, e requisitou os nossos primeiros exames de fezes, urina e cabelo. Os resultados so' saberei semana que vem. 

O Oliver continua indo na escola 2 dias por semana o dia todo e agora tem um cuidador que fica o tempo todo com ele. A socialização continua pobre e embora esteja imitando sons, ele ainda não começou a falar. 

Mas está muito adaptado na escola, fica em volta das crianças sem se distanciar delas, participa na hora de cantar musiquinhas, temos ido numa aulinha de dança que ele adora e tenta seguir todos os movimentos da professora e eu acho que até o final do ano, teremos muitos progressos.  

Estou lendo o livro sobre a terapia Floortime do medico americano Stanley Greenspan (The Child with Special Needs) e estou gostando muito e tentando aplicar o que ele ensina, o que basicamente significa seguir as ações da criança, tentar conseguir o máximo de interações com ela possível, com a finalidade de desenvolver estas etapas iniciais da comunicação e socialização  que ele talvez tenha perdido. A Claudia Marcelino, escreveu um post excelente sobre como estimular a crianca autista a falar, e eu acho os principios muito parecidos com os principios do Floortime, veja AQUI. 

Na nossa casa o que não falta é dedicação e amor, graças a Deus.
E lá vamos nós com muita fé!