Oliver é um menininho lindo que, aos 2 anos de idade, começou a apresentar sintomas característicos de autismo. Depois de MUITA pesquisa descobri que o fator que MAIS contribuiu para o aparecimento dos sintomas que o meu filho apresenta hoje - entre outros - é a toxicidade das VACINAS, leia aqui. Felizmente, também descobri a ajuda maravilhosa que a HOMEOPATIA pode proporcionar, leia aqui. Seguindo o exemplo de muitas outras crianças que estão se recuperando todos os dias no mundo, vamos começar esta viagem com a desintoxicação das vacinas através da terapia CEASE, conheça clicando aqui. Essa viagem vai ser longa, mas temos muita fé que um dia chegaremos no nosso destino: a RECUPERAÇÃO TOTAL. Comece lendo o primeiro post: O começo da nossa viagem aqui.

domingo, 27 de abril de 2014

Meu filho autista está progredindo demais! MAS COMO?

O meu filho começou a mostrar os primeiros sinais de autismo quando fez 2 anos, há 2 anos e 5 meses. Desde então eu jamais parei de pesquisar e tentar encontrar respostas para os problemas dele, e o que era melhor para ajudá-lo a melhorar cada um dos seus sintomas autisticos. Lendo livros, artigos na internet, e participando de diversos foruns de pais brasileiros, americanos e europeus, eu aprendi muito, foi uma experiência muito enriquecedora. Acima de tudo eu APRENDI que a ciência ainda conhece pouco sobre o desenvolvimento do cerébro, e que os neurologistas não tem respostas para as nossas perguntas e mal conseguem nos ajudar.

O meu filho ainda tem muito o que progredir, mas hoje eu me sinto mais confiante do que nunca. Cada criança autista é única e tem sintomas diferentes, mas há determinadas regras que vale para quase todas elas

E a minha experiência com o autismo do meu filho e de muitas outras crianças, tem me mostrado inequivocamente, que:

1. O combustível da nossa saúde é uma boa alimentação. A regra geral para qualquer criança autista para qual não há exceções é a de que ela somente deve comer COMIDA CASEIRA. Cortar doces, pratos feitos, pães, biscoitos e molhos industrializados de supermercado, é o que vai levar o seu filho longe no longo prazo e sempre, porque é a boa alimentação que vai lhe aportar os mais importantes nutrientes para fortalecer o seu sistema imunológico

SEM UMA BOA ALIMENTAÇÃO, NENHUM TRATAMENTO FAZ MILAGRE!

2. Mesmo se o seu filho fosse neurotipico (ou seja, fosse normal), ele não devia tomar leite pasteurizado de vaca, na verdade. Se ele for autista MENOS AINDA. Se você tiver alguma fonte de leite puro de vaca retirado na hora, NÃO pasteurizado, eu até diria que poder manter o leite, porque embora o leite NÃO pasteurizado de vaca seja maravilhoso para a saúde das crianças, cheio de enzimas e probióticos, o leite pasteurizado do supermercado não faz bem pra ninguém porque a pasteurização destrói todas as enzimas e os probióticos. Existe uma probabilidade bem alta de que o seu filho reaja 'a proteína do leite - a caseína - mesmo que ele não tenha nenhuma reação aparente. Portanto, se ele é autista, o ideal é cortar o leite animal por uns bons 6 meses, pelo menos, para ver se a criança tem algum benefício. ISSO NÃO QUER DIZER QUE EU SUBSTITUIRIA POR LEITE VEGETAL DE CAIXINHA DE SUPERMERCADO. Como eu já disse acima, tudo que é feito pelo industria alimentícia não faz bem, porque sempre é preciso adicionar aditivos como conservantes para que o alimento dure na prateleira ou geladeira do supermercado, e o seu filho precisa MESMO ficar longe de conservantes. Portanto se você não tiver como preparar o leite vegetal em casa, eu sugiro que comece a cortar o leite aos poucos, até retirá-lo da dieta da criança de uma vez, não vai fazer falta nenhuma do ponto de vista nutricional. 


LEITE VEGETAL DE CAIXINHA NÃO FAZ BEM, A GRANDE MAIORIA É FEITA PRINCIPALMENTE DE MILHO TRANSGÊNICO. O LEITE DE SOJA É AINDA PIOR, PORQUE A SOJA AFETA OS HORMÔNIOS, ALÉM DE SER TRANSGÊNICA.

3. Se o seu filho fosse neurotipico, ele não devia consumir farinha de trigo com frequência por causa do gluten, o gluten é o causador de várias doenças que advém de problemas gastrointestinais porque ele causa disbiose intestinal, em todo mundo. A farinha de trigo é a que mais causa problema porque ela tem sido muito modificada geneticamente nas últimas décadas para dar uma colheita maior, ou para germinar uma planta mais baixa (e ser facilmente colhido pelas máquinas), e contém mais moléculas de gluten do que as outras farinhas. Se o seu filho for autista, ELE DEVE CONSUMIR MENOS AINDA, muitas criancas autistas reagem ao gluten, mesmo que não apareça como alergia nos testes de alergia. A farinha de trigo, principalmente a refinada, que você compra no supermercado ou que é ingrediente de todos os pães e bolachas que você compra prontos, é um cimento que não tem nutrientes, e para a criança autista é um veneno. Você precisa mesmo retirar totalmente da alimentação da criança, e para falar a verdade, melhor retirar da alimentação de toda a sua família. Macarrão e pão são comida para ocasiões especiais. O ideal é fazer bolachas e pães em casa com outras farinhas, principalmente as de frutos secos como amêndoas. 


FARINHAS REFINADAS QUE COMPRAMOS PRONTAS, COMERCIALMENTE CONHECIDAS COMO 'SEM GLUTEN', NA MINHA OPINIÃO, EMBORA NÃO CONTENHAM GLUTEN, NÃO SÃO MELHORES. O IDEAL É FAZER COM QUE A CRIANÇA APRENDA A GOSTAR DE LANCHES SAUDÁVEIS FORA DAS REFEICÕES, COMO FRUTAS, E NÃO SOMENTE DE DOCES. 

OU SEJA, sem mudar a alimentação, nada vai mudar, entende? Nenhum tratamento faz milagre sem um bom combustível para o corpo. 

O que eu considero boa alimentação:

-- Frutas, verduras, legumes, carnes de boa procedência. Evitar usar óleo vegetal de cozinha (óleo de milho, canola, girassol, soja e similares...) porque o óleo vegetal causa inflamação. Para se extrair o óleo do milho ou da soja utilizam um derivado de petróleo chamado HEXANO que é extremamente tóxico. O ideal é usar oleo de oliva, manteiga e a boa banha de porco para cozinhar!

 --Para adoçar, substituir o açúcar branco (refinado) por alternativas como mel PURO (se a criança não tiver alergia), stévia ou xylitol. Cortar o sal de mesa comum porque além de ele ser refinado e não conter os minerais maravilhosos do sal marinho, ele é cheio de alumínio. O seu filho autista já tem acúmulo de metais pesados, ele não precisa de mais metais, portanto só sal marinho!!

Para ajudar a criança autista a progredir, a família precisa mudar a alimentação. Não precisa ser da noite para o dia, pode ser aos poucos... Na minha casa nós também reduzimos muito tudo o que tem alto valor glicemico  (tudo o que contém muita glucose) e que contem muito amido, como arroz branco refinado (não comemos nunca) e batata (comemos pouco, hoje em dia comemos principalmente abobóra). Os feijões eu substitui por lentilha, que contém muito menos amido e é mais fácil de digerir.


  
E isso, GENTE, é só pra começar a tentar encontrar uma saída...!!! Com esta alimentação limpa, com o passar dos anos, os problemas gastrointestinais certamente diminuirão, a carga de metais pesados diminuirá, e o sistema imunológico se fortalecerá, que é o que precisamos.


4. A partir daí, tudo ajuda... DESDE QUE O SEU FILHO NUNCA TOME REMÉDIO ALOPATICO, DE PSIQUIATRA, ANTIPSICÓTICOS, COMO A RISPERIDONA, RITALINA, NEULEPTIL E SIMILARES. Há muitos tratamentos válidos para restabelecer a saúde da criança, tente tudo o que estiver a seu alcance, tratamento biomédico-DAN, homeopatia, osteopatia - terapia craneossacral, reiki, e sessões de oxigênio para quem vive fora do Brasil. Cada criança melhora com tratamentos diferentes e cada passo de progresso ajuda, nada acontece da noite para o dia, o autismo é um quebra-cabeças e a cada tratamento, encaixamos mais uma peça nele. De forma geral, se o seu filho foi diagnosticado no espectro de autismo, ele não vai melhorar em 2 meses. Ele vai melhorar devagar e sempre, e tudo vai ajudar um pouco, é muito importante entender isso e ter paciència. 


5. Eu gosto muito da homeopatia como todo mundo sabe. Acho o tratamento biomédico totalmente válido mas não confio em abusar de suplementos, eles podem provocar efeitos colaterais e alimentar microorganismos que não queremos alimentar! Mais do que isso, vale lembrar que quando tomamos um suplemento para repor vitaminas ou minerais, o corpo pára de produzi-los. A minha intenção sempre foi fazer com que o meu filho produza o que precisa, e eu acho que para se alcançar este objetivo a homeopatia é muito boa. Para dar um exemplo, há alguns meses ele tinha certas deficiências nutricionais, e com o passar dos meses, nos exames ele de repente já não tinha mais, mesmo sem eu ter dado os tais suplementos. Porque a medida que a saúde vai se recuperando, o sistema imunológico vai se fortalecendo, algumas deficiências nutricionais desaparecem, principalmente graças a alimentação!

PORTANTO, na minha opinião, entendo que há suplementos realmente necessários, no nosso caso, a vitamina D (por causa da falta de sol aqui), vitamina C, o zinco, os acidos graxos omega 3, ou quando um exame mostra que ele precisa muito de algum mineral, como recentemente foi o caso do litio. 


NÃO ABUSO DE SUPLEMENTOS SINTÉTICOS, ACHO QUE NÃO VALE A PENA, NO LONGO PRAZO, TENTAR MANTER O FILHO EM ENZIMAS DIGESTIVAS, SUPLEMENTOS E VITAMINAS E PROBIÓTICOS SINTÉTICOS. Comidas fermentadas como chucrute de repolho feito em casa, tem muito mais probiotico do que as capsulas de probiotico sintéticas!

6. Não preciso nem dizer que evitar remédios alopáticos é básico. Antibióticos só em casos de infecções realmente sérias. Dores de garganta, de ouvido e febres comuns, eu procuro não dar antibiótico, se o pediatra me garantir que é seguro. Nunca uso antitérmicos, eu procuro descobrir o que está causando a febre para depois pensar em como agir. Antitérmicos eu só uso se o meu filho passar de 40 graus porque a febre é um recurso maravilhoso do corpo para matar infecções. Um bom banho morno resolve!

Se a criança tomou vacinas e antibióticos, qualquer que seja a sua opção de tratamento, tente desintoxica-las com a terapia CEASE. A minha experiência tem me mostrado que desintoxicar as vacinas e os antibióticos ajudam todas as crianças autistas. Nenhuma criança termina o tratamento sem progredir. Os antibióticos e anestesicos podem ser desintoxicados com "poli" remedios como poliantibioticos ou polianesteticos, mas as vacinas precisam ser desintoxicadas individualmente, PRINCIPALMENTE AS TRIPLICES. Na experiência e opinião da nossa homeopata, Petra Gerritsen (professora dos cursos de formacao CEASE aos homeopatas) as "polivacinas" não funcionam. 

Há terapeutas no Brasil que oferecem tratamento de CEASE e seus contatos estão no site da terapia CEASE, aqui.

Se você decidir fazer o tratamento com a terapia CEASE, o grupo do facebook Tratamentos Naturais para o Autismo vai ser muito útil para troca de experiências. A terapia CEASE ajuda a criança a QUELAR os metais pesados acumulados, e se você quiser monitorar este processo, verifique se ela está mesmo expelindo os metais com exame de cabelo do laboratório Doctors Data, que é o mais confiável.

Todo tratamento deve ser tentado por pelo menos 6 meses-1 ano, para se avaliar se está funcionando. Não adianta ficar pulando de um tratamento para outro nem fazer vários ao mesmo tempo, porque você não vai saber qual deles está funcionando. 

O autismo é sem dúvida, uma lição de paciência...! 

As terapias que focam no comportamento e na fala, como ocupacionais e fonoaudiologia, de forma geral funcionam melhor e são mais eficazes quando a saúde física da criança melhora e ela começa a aprender. Sem se alimentar bem e sem se desintoxicar, a criança autista não será capaz de se concentrar e terá confusão sensorial, tornando o aprendizado muito difícil. 

E quanto mais amor, estimulo em casa, conversas, brincadeiras, sorrisos, positividade e fé em DEUS, mais ela progredirá. 

Pense SEMPRE POSITIVO. SE OUTRAS CRIANÇAS SER RECUPERARAM, O SEU FILHO TEM TODAS AS CHANCES!!
 :)

AQUI VÃO ALGUMAS RESPOSTAS A PERGUNTAS QUE RECEBO COM FREQUÊNCIA POR EMAIL:

- Eu não uso antifungicos, eu acho que é uma luta sem fim, os fungos como a candida são fruto do sistema imunologico desregulado. A medida que o sistema imunologico se fortalecer, os fungos vão consequentemente embora. (O meu filho dorme bem, se os fungos afetassem o sono dele, talvez eu utilizasse...)
- Eu não tenho homeopatas unicistas para recomendar no Brasil, além do Dr. Javier Gamarra em Curitiba e a Dra. Sandra Chaim em SP,
- Nós seguimos em casa a dieta do carboidrato específico (em inglês conhecida como SCD),
- Eu espero não ter que vacinar o meu filho nunca mais,
- Ele nunca mais tomou antibióticos desde que mostrou os primeiros sinais de autismo. Ele nunca mais tomou nenhum remédio alopático, nenhum,
- Eu nunca fiz exames genéticos nele, porque EU acho que não vale a pena, a ciência conhece muito pouco ainda sobre a complexidade dos genes (porque eles se ativam e silenciam)
- Eu nunca fiz exames no cerébro do meu filho - como ressonâncias - porque as crianças autistas não tem problema mental (e porque não quero ter que dar anestesia ou sedativo para fazer o exame!!) e quando elas sofrem de convulsões, o problema é gastrointestinal, como diz a neurologista criadora da dieta GAPS, Dra. Natasha Campbell Mcbride. Remédios contra convulsões só afetam a saúde da criança e não ajudam, é a disbiose intestinal da criança que deve ser tratada! 
- Atualmente estamos tratando as infecções bacterianas e parasitárias, e consequentemente quelando os metais pesados do Oliver com homeopatia, seguindo um protocolo conhecido como HOMOTOXICOLOGIA! 

Amigos: Eu não sou médica e nem tenho todas as respostas. Eu posso inclusive vir a mudar de ideia sobre qualquer informacao escrita acima. 

Lembre-se que o caminho da recuperação do seu filho quem vai fazer é VOCÊ, papai e mamãe, pesquisando e tentando. Tudo o que escrevi acima é apenas a minha opinião!

MAS DE UMA COISA EU TENHO CERTEZA: DAR REMÉDIOS PSICOTROPICOS OU ANTIPSICOTICOS COMO RISPERIDONA, RITALINA, NEULEPTIL E SIMILARES, VAI MUITO PROVAVELMENTE PIORAR O QUADRO GERAL DO SEU FILHO EM VEZ DE MELHORA-LO! 

E lá vamos nós, com MUITA FÉ! Obrigada, Senhor, por nos mostrar o caminho!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Poema 'a Luta e ao Progresso


Este poema foi escrito para o meu lindo filho. E vai ser compreendido somente por aqueles pais e mães que viram o seu filho nascer saudável e o amaram, ate´dar de cara com os olhos feios do autismo, sofrerem muito, procurarem uma saída, e constatarem que o progresso é possível. E que sonham com o fim desta dura jornada, um dia ele chega!   

"Do ventre, nasceu um cacho,
Um macho, a vida, indiferente
Que eu contemplo, em canto baixo,
O amor gigante, onipresente.
   
Se o olho azul, que tanto encanta,
mais do que o céu, o mar e a espuma, 
festejo a vida, escancarada,
Feliz de nada, espantosa e linda.
   
E o amor revolta, machuca, explode, 
faz tanta valsa, que roda, e gira,
Mas eu, mãe lenta, danço perdida,
Que nem a pausa, o mal alivia

Desesperada, exausta e magra, 
busco saída, e encontro mais noite,
Mas é neste breu, qual meia-vida, 
Que a lua surge, alva e brilhante

Pra ela sigo, sem falso passo, 
Com tal cansaço, morro e renasço, 
no teu regaço, filho, 
Eu rezo
Que Ele nos guie, com terço e verso.

E nesse assombro de chance e acaso,
E na loucura de crer no sonho,
Mergulho no fim do mundo e volto,
E cabisbaixa, padeço e espero.

Semente plantada, à enxada forte,
floresce tímida, sutil, com norte, 
que assusta e encanta, e brinda a vida,
com o avesso do triste e feio :)

Loiro e contente, veloz e alto!
Não espera o tempo,  volta ao início!
E renascido
Me vê, me ouve!
Te vejo e ouço! Com paciência...

É mesmo a vida, viagem longa
Dói, perigosa, rica existência
Mas é com esperança, que alcanço a ponte
Pra trás não olho, só sigo adiante."

Obrigada Senhor por me mostrar o caminho.

domingo, 26 de janeiro de 2014

A terapia CEASE começa a fazer mamães e papais felizes no Brasil e em Portugal também, viva!

Abaixo seguem alguns relatos, o primeiro é de uma mamãe portuguesa:

“Não tenho colocado muitos posts sobre o tratamento CEASE mas neste momento achei que valeria a pena fazer um «update» do protocolo quanto mais não seja para servir de encorajamento a todos os pais que estão a iniciar este protocolo.

O meu filho fez 5 anos e ja está fazendo CEASE há 2 anos e estes são as mudanças:
-  diagnostico muito reservado e previsao de que nunca iria falar (2 anos e meio): hoje fala frases completas, inclusive demonstra sentimentos e sensações,
- Sem qualquer jogo simbolico: faz jogo simbolico com os brinquedos como qualquer criança normal,
- Sem interaçao social: hoje fala para toda a gente e gosta de brincar com os seus colegas de escola e inclusive «mete conversa» mesmo com estranhos.
- Motricidade fina afetada: hoje escreve o nome, le varias palavras e sabe os numeros e alfabeto sem qualquer problema. Canta canções de cor.

Estas são apenas os ganhos mais importantes mas ainda haveria muito mais a dizer sobre os progressos do meu filho, tudo graças a este tratamento fabuloso. Muitas vezes os resultados nao aparecem instantaneamente mas é preciso nunca desistir e ter tambem um bom homeopata que se interesse pelo caso e vá ao fundo na questão, o que infelizmente nem sempre acontece. Uma coisa é certa todas as crianças melhoram com CEASE.O meu filho é prova disso!”

Abaixo o segundo relato, os itálicos abaixo são comentários meus:

"Olá Julie,

Vou contar um pouco da história do meu filho J. G., 3 anos. Nasceu grande e bonito, 54 cm e quase 4 kg, muito amado e esperado, tranquilo, só chorava pra mamar, e quando teve cólicas durante 2 meses e meio...eu dava Tylenol, Luftal e homeopáticos, mas sem melhora, chorava durante 3 horas sem parar... (era fome, mamãe, faltava gordura no seu leite, e isso costuma acontecer no fim da tarde!) sempre na mesma hora, das 21 as 24 horas então dormia até as 6 da manhã, foi crescendo e mamou na mamãe exclusivamente até os 6 meses de vida (parabéns mamãe!), então fui introduzindo novos alimentos, frutas, sucos e sopinhas, tudo indo muito bem, super forte, nunca ficava doente. 

Tomou todas as vacinas do calendário básico mais as particulares, eu como enfermeira cometeria um pecado em não aplicar... meu maior erro, pois ele tinha reações sempre após cada vacina com irritabilidade e febre alta, que passava depois de Dipirona e Alivium.

Muito esperto, risonho adorava abraços e beijos.. Engatinhou aos 6 meses, andou aos 9, treinando mamã...papa...Caca e baba, treinava o tchau... Aos 11 meses, brincava de esconder, ria e acompanhava tudo ao seu redor.

Com 1 ano, ele não quis mais o leite materno, optamos pelo Ninho+1, por indicação médica.

Com 1 ano e 6 meses, uma febre inexplicável que durou 10 dias, ele não tinha sintomas, levei a vários médicos, feito exames e tudo bem...o último médico resolveu passar antibiótico...7 dias e a febre se foi.


A partir desse dia, percebi ele diferente, não acompanhava mais o que acontecia ao seu redor... e começou com nariz escorrendo por vários dias (o corpo tentando desintoxicar...) e alguns corticóides (2011) 

Nesse mesmo ano, com 1 ano e 7 meses iniciou com um sintoma de ansiedade que foi roer unhas... roía todas da mão, depois todas do pé e se deixasse e de quem estivesse perto. 3 meses se passaram e ele trocou o roer unhas por rasgar papel...

E a obsessão por rasgar papel continuava, eu não conseguia tirar ele da fralda com 2 anos, ele não me obedecia, fingia-se de surdo (fiz exames), e o pior, parou de chamar mamã, papa...e calou-se. 

Sua hiperatividade era cansativa (conheço bem!...), corria sem destino, mas nessas horas olhava pra gente procurando, nunca gostou de ficar sozinho, mas já subiu na geladeira... entre outras.

Em 2012, as coisas se complicaram um pouco, o que ele era esperto e alegre passou a ser hiperativo e não obedecer aos nossos comandos, nesse ano teve 3 conjuntivites tratadas e 3 infecções na garganta, começava a conhecer os antibióticos. ( e com mais antibióticos, infelizmente, vai cada vez precisar de mais antibióticos e as infeccões vão começar a aparecer uma atrás da outra..)

Com dois anos e 2 meses eu já estava preocupada, levei a uma fono que disse que não era considerado atraso na fala até os 2 anos e meio, e ele tinha traços de hiperatividade.

Procuramos um neuro, ele com 2 anos e 3 meses, ele não falava com ninguém, mas sabia o alfabeto, e os números, por esse motivo seu diagnóstico foi de Sindrome de Asperger. Procuramos uma segunda opinião, médico renomado no Brasil, diagnóstico de Espectro Autista Sem Outras Especificações, pois não havia estereotipias, recomendou Risperdal e Ansitec... foi preciso apenas 1 mes para aparecerem os sintomas de andar na ponta do pé e flaping com as mãos, começou a falar sons ininteligíveis.

Risperidona por 4 meses, diminuiu a hiperatividade somente, resolvemos tirar os medicamentos (EBAAA!!!!) iniciei Son-Rise com ele que já rasgava papel há 7 meses, em 15 dias parou, começou a rabiscar nos papéis e cadernos, voltou a folhear revistas, sempre interessado em letras e números, começou a reconhecer os animais e as cores...eu sozinha com ele, o pai e a irmã ajudando como podiam, já falava mais de 50 palavras não claras.
Iniciamos T.O., fono e terapia CEASE em Julho (2013) (com a Maria Helena Rossi de Uberlandia), em Agosto conseguiu o controle de esfincter, a hiperatividade diminuiu muito, já dava pra passear com ele no shopping, sem ter que correr, evitamos as guloseimas e porcarias, troquei as panelas de alumínio pelas de inox (legal demais!!), água mineral, retirei o leite Ninho, passei a dar leite de côco.

Não gritava mais como antes agora tentativas de palavras, na maioria das vezes letras e números.

Já atendia aos comandos verbais, ordens simples.

Em Novembro iniciamos com 2 suplementos, Vit B6 ativa de 50mg e Magnésio Quelado de 200 mg; Em 15 dias ele começou a falar espontâneamente, e em 20 dias as palavras estavam claras, boa dicção. Em Dezembro iniciamos o suplemento Speak Smooth e a dieta SGSC.

Ainda não há conversa, apenas palavras e algumas frases de 2 palavras, percebo que ele tem se esforçado pra falar nas horas certas, funcionalmente. Pois sai de casa e diz passear...se chove ele diz Chuva...chego na casa do meu pais e ele diz: Vovô... 

Janeiro 2014, descobri que ele está lendo, já desconfiava há alguns meses, mas resolvi fazer um teste e ele leu 20 palavras sem erro, e sem figuras!"

Abaixo depoimento amoroso do papai brasileiro!

"Oi Julie,
Deixe-me contar um pouquinho da nossa família: o A. é fruto de uma bela história de amor, iniciada com uma paixão adolescente, temperada pela distância e os anos de afastamentos, culminando com um grande reencontro, daqueles que só a vida pode explicar. Do início do nosso casamento, até nos sentirmos preparados para recebe-lo (emocional e materialmente), oito anos se passaram, outros dois até a confirmação da gravidez. Minha esposa recebeu acompanhamento médico prévio e durante a gravidez, tomou todas as vitaminas recomendadas. 
O A. nasceu de cesariana, por recomendação médica, no dia 21/01/2010. Nasceu um menino forte, com muita saúde e, perdoe-me pelo comentário do pai coruja, muito lindo. Ele tomou todas as vacinas possíveis, a grande maioria na rede particular. O papai aqui quase não deixava eles saírem de casa, até que fosse possível tomar a vacina do H1N1, dado a histeria sobre o tema na época do nascimento dele.
Observamos nele todos os marcos de crescimento esperados: desde o andar até o falar. Com a proximidade dos dois anos, algo mudou. Meu filho praticamente deixou de falar, das pequenas sentenças ficaram apenas algumas poucas palavras, a hiperatividade passou a se apresentar como característica predominante, ele não olhava mais nos olhos, parecia perdido em si. Nesta época imaginávamos que era problema de socialização, falta de escola... Foi quando, em janeiro de 2012, em uma consulta com o pediatra, que ele nos assustou: algo está errado com este menino. Nos recomendou dúzias de exames, nos encaminhou para outros especialistas. Nada foi identificado.
Investimos na escolinha, imaginando que seria a solução. No entanto, as primeiras semanas foram muito angustiantes, dado que ele só chorava. Desistimos da escola e o mantivemos em casa, até o segundo semestre de 2012. Nesta segunda oportunidade, o desenvolvimento foi melhor, foi ali que ouvimos pela primeira vez em autismo. Ao final do período letivo, ouvimos da pedagoga que ela desconfiava de autismo, quando vira o A., mas que com o tempo, ela descartara a hipótese.
Mas nosso filho não apresentava a evolução esperada para a idade. Decidimos mudar de escola. Início de 2013, com a hiperatividade em alta, o jogo simbólico praticamente inexistente e a fala limitada a sim e não; as aulas começaram. As primeiras semanas foram bastante traumáticas: ele basicamente queria ficar escondido das outras crianças. Com este feedback nos convencemos que nosso filho era diferente, que precisava de ajuda. Buscamos o Centro Conviver, em Curitiba, que sugeriu o diagnóstico dele, confirmado, posteriormente, por um neuro-pediatra: meu filho era autista.
Secadas as lágrimas, começamos a nos informar sobre o que poderíamos fazer, as respostas, com pequenas variações, falavam em estimulação e controle de comportamento através de medicamentos. Ao iniciar a leitura sobre os efeitos colaterais das opções alopáticas, fiquei desesperado. Estaria eu disposto a dopar meu filho daquela maneira?
Era março de 2013, aproveitando nossa experiência acadêmica, iniciamos uma ampla pesquisa sobre a recuperação do espectro autista. Encontramos algumas publicações que relatavam melhora substancial com alguns protocolos, especialmente B6 e Magnésio. Buscamos uma nutricionista que nos ajudou a criar a primeira suplementação para ele, focada, nas palavras dela, em anti-oxidantes.
Percebemos melhora muito rápida nele, especialmente quanto a hiperatividade e uso adequado do banheiro. Percebemos, então, que outros caminhos eram possíveis. Intensificamos as buscas, na esperança de encontrar outros caminhos. Ao levarmos as possibilidades para o neuro, ouvíamos: não há comprovada melhora o uso de B6, óleo de peixe, dieta SGSC... Decidimos ignorar tais relatos, afinal, se não fazia mal, qual a justificativa de não continuarmos a busca? Nosso filho merecia isto.
Abril de 2013, encontramos os primeiros relatos de crianças recuperadas pela homeopatia. Aprofundamos as buscas e encontramos o CEASE. Nesta oportunidade estávamos decididos que este seria um caminho a trilhar, deixamos de lado nossos preconceitos, pois não acreditávamos em homeopatia (nossa formação não nos permitia entender como uma substância ultra diluída poderia fazer alguma diferença). Estudamos um pouco e decidimos fazer; afinal, se não faz mal e pode fazer bem, qual a razão de não buscar? Este era nosso guia.
Entramos em contato com alguns profissionais fora do país, pois na oportunidade não existiam opções locais. Tínhamos decido: viajar nas férias de julho, para Portugal, para iniciarmos o tratamento da CEASE.  Neste intervalo, comprei o livro do Dr. Tinus e comecei a entender um pouco mais da proposição do CEASE, reforçando nossa decisão. Nesta época a Maria Helena Rossi fez a certificação CEASE e mudamos nosso destino: de Portugal para Uberlândia.
Em junho estivemos com ela. Ficamos encantados com a simpatia da profissional e maravilhados com a possibilidade de termos encontrado um caminho para o nosso querido filho. Iniciamos a primeira rodada de desintoxicação logo após a nossa consulta, percebemos uma redução da hiperatividade e o início do jogo simbólico. Eliminamos completamente o uso de corticoides, antibióticos,... algo impensável alguns meses antes.
Quando íamos iniciar a segunda rodada do detox uma pneumonia nos pegou desprevenidos, foi algo bem assustador. Finalizado o tratamento da pneumonia, retomamos o detox, agora de corticoides. A melhora foi significativa, algo difícil de explicar, simplesmente ele voltou a falar, a hiperatividade foi reduzida enormemente, o diálogo passou a existir, enfim, era outra criança.
Decidimos, quase ao final desta rodada, buscar um médico DAN, que pudesse nos orientar de forma mais adequada na suplementação vitamínica e em possíveis exames, que segundo o neuro não serviam para nada. No dia 14/out/2013 estivemos no Dr. Rogério Rita. Foi quando recebemos a melhor notícia de todas: nosso amado filho estava fora do espectro.Continuamos no tratamento, estamos avaliando intoxicação de metal pesado, através de exames específicos e acabamos de finalizar o detox de antibióticos. Nosso filho é outro, ainda tem dificuldades no relacionamento criança-criança, ele adora brincar com os outros, mas o conversar, o convidar,... ainda é prejudicado.Temos a certeza que a nossa caminhada apenas foi iniciada, mas hoje percebemos que acreditar na possibilidade da recuperação foi uma decisão iluminada por Ele. Fica o relato para estimular outros pais, reconhecemos que a caminhada ainda é individualizada, e que talvez os resultados sejam diferentes de criança para criança, mas ao pensar na outra possibilidade, a certeza de que fizemos a melhor escolha nos é reforçada."
Mais um depoimento de uma mãe brasileira

"Júlie, boa tarde

Sou mãe do G. de 4 anos. Bem o G. foi diagnosticado autista aos 2 anos e 5 meses, na época a fala tinha sumido (ele falava antes, papa, mamã, vovó e didi (dindinha), mas como se num passe de mágica sumiu. Junto veio a dificuldade de interação com crianças, ele parecia ter panico deles.

Assim que recebemos o diagnostico ele já foi encaminhado a uma clinica multidisciplinar onde tem até hoje fono, T.O, Psicologa, Musicoterapeuta e Hidroterapia 2 vezes por semana.

Aos poucos tivemos ganhos na fala, soltando algumas palavras e desenvolvendo o vocabulário. A interação melhorou...

Sempre li muito sobre autismo e sempre tentei estimular meu filho o máximo possível, lá em casa a chave se chama Amor.

Nessas leituras sempre fiquei intrigada sobre a intoxicação pelas vacinas e meu coração de mãe sempre me disse que esse poderia ser um dos motivos para o desenvolvimento do autismo no G., tanto que depois disso não dei as vacinas de reforço que deveriam ser aplicadas aos 4 anos.

Conheci a Maria Helena Rossi (homeopata) por um depoimento do E. num grupo de rede social, fiquei muito interessada e fui pesquisar mais a fundo sobre a Terapia Cease, marquei uma consulta para 15 de janeiro de 2013 e desde então vejo saltos imensos, "imensos mesmo". O G. está formando frases de até 4 palavras, canta musicas completas (fala errado a maioria das palavras, mas canta) entende praticamente tudo que falamos, não sinto que está alheio, solicita minha presença e chama para brincar, vejo um rapazinho em casa. O desenvolvimento é nítido.

Estamos todos em casa muito confiantes com todo ganho e sinto meu filho cada dia mais feliz.

É claro que nem tudo são flores, ainda temos muito a melhorar, tem momentos de isolamento, ecolalia... nos dias das dosagens mais forte ele fica bem estressado, com coriza, chorão, mas como sei que faz parte do processo de limpeza tento ter o máximo de paciência".

OLÁ MAMÃE E PAPAI, ESTES SÃO RELATOS DE MÃES E PAIS MARAVILHOSOS, SOFREDORES E LUTADORES, QUE AMAM SEUS FILHOS E QUE VÃO ATÉ O FIM DO MUNDO POR ELES. 

QUE NÃO ACEITAM A VISÃO TRADICIONAL DE QUE O PROBLEMA DO SEU FILHO NÃO TEM CURA. 
E QUE VIRAM QUE A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DELE COMEÇARAM - COM A RETIRADA OS REMÉDIOS ALOPÁTICOS E... - COM A AJUDA DESTA ARTE DE CURA QUE É A HOMEOPATIA E A TERAPIA CEASE.

Alguém tem dúvidas do futuro destes príncipes? :) Eu não tenho nenhuma! Com muita luta, muita luta, muita PACIÊNCIA, os resultados positivos vão continuar surgindo, lentamente, um dia após o outro.

Viva a homeopatia!

E eu, que estou devendo uma atualização, quero só adiantar que nos últimos 6 meses tivemos muitos progressos importantes, entre eles muito mais concentração e calma, o desfralde (que alívio!), e o tão esperado início da FALA!

O Oliver disse MÃ pela primeira vez no dia 25 de Dezembro!!! Presente de quem? 

De quem vai ser:... d'Ele mesmo! :)

E lá vamos nós com muita fé!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A Raiz REAL do autismo esta´ mesmo no intestino!

Para quem assistiu aquele programa fraquíssimo que o Fantástico da Rede Globo fez sobre o autismo com o Dr. Drauzio Varella, aqui vai um documentário recente IMPERDIVEL que explica como antibioticos afetam a flora intestinal, e como vacinas causam acumulo de metais pesados, causando o desquilibrio do sistema imunologico, que se torna ineficaz para impedir a proliferação de bacterias patogenicas - que ao liberar toxinas acabam afetando o cerébro - e infeccoes virais cronicas.


Este é problema dos nossos filhos autistas! E o seu problema é tratável! 


Para ver o documentário, é só clicar em cada um dos links abaixo... tem legendas em português.


Assista pelo menos o começo da parte 2 para ver o depoimento da mãe. Ela conta que deu antibiotico por 8 semanas para o filho, para tratar a proliferação de uma familia de bacterias chamada Clostridium (comum no intestino de crianças autistas).

Você vai ver como o menino melhora em seguida com o antibiótico, mas acaba retornando aos velhos sintomas porque os esporos da bacteria voltam a se proliferar ja' que o antibiotico não é capaz de matar os esporos.

Por isso lembre-se, nunca de remédios psicotrópicos para a criança autista, porque você só vai estar contribuindo para piorar o problema não estará tratando o que deve tratar... os metais pesados acumulados nos tecidos do corpo, e  infeccoes no intestino e no cerebro!

Vamos cuidar da dieta dos nossos filhos, evitar antibióticos e vacinas, e para quem gosta da homeopatia como eu, devagarzinho tentar reverter  este problema. 

Com muita fé, chegaremos lá se Deus quiser!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Fim da Desintoxicação da Triplice bacteriana Difteria-Tetano-Coqueluche

Depois de 4 meses terminamos de desintoxicar a vacina triplice bacteriana Difteria-Tetano-Coqueluche. Este ano tambem desintoxicamos a Amoxicilina, a Triplice Viral Sarampo-Caxumba-Rubeola (veja posts da lista de posts). 

Provavelmente faremos mais uma rodada de um mês no futuro mas não agora. As reações nao foram agudas. Vejo que a medida que o meu filho melhora, as reações se tornam bem mais faceis de lidar.

Nestes muitos meses que se passaram, quem seguiu meus posts anteriores, vinha lendo os nossos desafios e também leu bastante sobre como funcionam as desintoxicações. 

Portanto hoje eu vou fazer só um comparativo de até onde chegamos com a ajuda da terapia CEASE, de 3 suplementos (vitamina C, zinco e oleo de peixe) e de uma dieta sem gluten e sem caseina, mas tambem sem soja, sem acucar, sem arroz e sem batata (esses 2 ultimos re-introduzimos ha pouco tempo)!

Um ano de terapia CEASE, comparativo do inicio em Maio de 2012 (com 2 anos e 5 meses de idade), até junho de 2013 (3 anos e 5 meses de idade):

- o meu filho só queria assistir DVDs, e ele pedia para mudar de DVD depois de assisti-lo por 30 segundos (falta de concentração)

Hoje ele assiste filmes inteiros no DVD sem nenhuma interrupão, ri, aponta os personagens na tela para mostrar para os pais

- ele mais olhava para os numeros no leitor de DVD ou de CD do carro, do que para o proprio filme. Tinha obsessão com numeros, obsessãoo em sair de casa com um brinquedo em cada mão, depois com fechar todas as portas antes de sair de casa, e outras menores que nao me lembro agora. A medida que foi melhorando e começou a pedir que lessemos para ele, ele desenvolveu uma obsessão com determinados livros, tinhamos que ler o mesmo livro várias vezes, e não podiamos ler uma palavra errada, ele as conhecia de cor! (obsessões)

Todas as obsessões apareceram, pioraram e depois melhoraram com o passar das desintoxicações. Ele não tem mais nenhuma obsessão, NENHUMA, todas as que cito acima passaram.

- era im-pos-si-vel levá-lo no supermercado para fazer compras. Ele esperneava e gritava até ir embora, e assim era para tudo. Se eu precisasse de ovos, eu tinha que esperar o meu marido voltar do trabalho e ir comprar, viviamos em um stress constante de como ele iria reagir dependendo de onde quisessemos ir, tinhamos que fazer um malabarismo horroroso para conseguir comprar qualquer coisa. Ate em loja de brinquedos ele não queria entrar (rigidez, impaciencia).

Nossa, aqui, a nossa vida mudou 360 graus. Há dias em que ele está um pouco mais cansado e reclama um pouco, mas nem um pouco dificil de persuadi-lo. Inclusive, gosta de sentar no carrinho do supermercado e ajudar jogando as mercadorias no carrinho. Embora ainda seja bem impaciente, ele ainda reclama demais se tiver que ficar sentado no carrinho numa fila.

- ele tinha verdadeiro horror de areia, e nem queria segurar a banana para come-la - a sua fruta preferida - as vezes se machucava e mal parecia sentir dor (problemas de integracao sensorial tactil)

Ele passou a segurar a banana no fim da desintoxicação da amoxicilina. Sente muito mais dor quando se machuca. E sobre a areia, uma foto diz mais que mil palavras J


- ele não atendia o nome na grande maioria de vezes, o contato ocular com os pais era... médio (falta de contato ocular)

Ele responde ao nome sempre. E quanto ao contato ocular... hoje ele fica o tempo todo pedindo para que eu tire os óculos de sol se estiver usando um, para poder ver os meus olhos.

- ele não atendia quando eu pedia, por ex. a esponja para ele no banho, ou tinha a menor ideia de onde ficavam as partes do corpo

Hoje ele atende tudo, conhece todas as partes do corpo e aponta pra elas se solicitado

- ele parava ao lado do balanço chorando sem me buscar com os olhos esperando que eu chegasse para balança-lo, ou caia e se machucava e não me buscava para consolá-lo, não apontava para mostrar o que queria (comunicação ruim)

Agora vem e me puxa mesmo!

- ele deitava no berço e me ignorava, olhando para o teto quando eu pedia um beijinho de boa noite (falta de vinculo e afeto)

Oh meu Deus, é a criança mais carinhosa do planeta, me da´ uns 100 beijinhos nos lábios por dia

- ele ignoraria totalmente os meus sentimentos se me visse chorando ou se eu o desse uma bronca (falta de empatia e reconhecimento de expressões faciais)

Ele me viu chorando outro dia, veio e ficou olhando nos meus olhos e me dando beijos. 

Entende perfei-ta-mente quando não gostamos de alguma coisa se lhe damos uma bronca. Se ele fica muito perto da TV, eu chego na sala, olho com cara feia, ele corre para o sofá!

- se eu estivesse deitada na cama – eu podia estar doente – ele vinha e se sentava em cima do meu rosto, muitas vezes, me machucava bastante, sem a menor noção

Isso não existe mais, graças a Deus, embora eu ache que ele ainda não sabe o que significa “machucar as pessoas”, mesmo que eu repita pra ele que algo machuca e que não pode

- ele saia correndo em disparada sem olhar para trás e era facilimo perde-lo na multidão

Hoje ele corre, mas em geral olha para trás, e se chamamos, ele volta.

- ele teve varios tics diferentes, nem lembro de todos, uma epoca encostava os dentes na minha mão, depois pressionava o lado do rosto nos meus braços e pernas constantemente, passou os ultimos dois meses pulando taannnto do sofá (onde fosse, no meu apartamento, na casa dos amigos quando iamos visitá-los...), a ponto de que a minha vizinha não olha mais na minha cara, e com razão! (obsessões)

Todos os movimentos repetitivos sumiram. Não pula mais como antes, só pula no lugar quando ele fica muito contente, ou está assistindo algum DVD que gosta e tem música.

- ele não tinha interesse ou entendimento de jogos de memoria ou quebra-cabeças, e não tinha nenhum sinal de imaginação e fantasia, como dar comida pra boneca, ou imaginar um aviãozinho voando (falta de imaginação)

Ele já dominou jogos de memória, faz quebra-cabeças de quase 50 peças, conhece todas as letras e agora, finalmente... está começando a mostrar sinais de imaginação! Eu agora digo “da um beijinho no cavalinho”, ele beija, ou faz o cavalinho beijar a vaquinha. Ou faz os bonecos escorregarem numa rampinha como se se fosse um escorregador, atende o telefone quando toca,brinca mais com carrinhos. Ainda há muito o que progredir aqui, mas pelo menos começou!

- ele parava do lado da porta da escolinha chorando para ir embora depois de ter ficado lá uma hora e meia (socialização pobre)

Agora está totalmente integrado na escola, adora, vai todos os dias da semana, e felizmente está sendo auxiliado por um cuidador, para ficar quietinho na hora de comer na mesa. Eu tenho recebido relatórios de progresso, de que ele está cada vez mais, aos poucos, se juntando ás atividades. A socializacão dele ainda é pobre. Ele fica ao redor das crianças tranquilamente, e interage ás vezes, mas não toma a iniciativa ou procura alguma em particular. Se eu visito uma amiga que tem filhos da mesma idade, eles só vão brincar juntos se um perseguir o outro, senão ele interage muito pouco ainda.

E a fala... devagar, continua dizendo somente umas 3 ou 4 palavras. Mas ela vem, ela vem, somos pacientes!

Vamos ter um descanso de 2 semanas e provavelmente vamos desintoxicar agora a oxitocina que tomei para induzir o meu parto e a pelidural. A homeopata está decidindo. Estou muito contente com os resultados e ansiosa para ver os progressos que as próximas desintoxicações vão trazer. Continuamos a dieta e não pretendo pará-la, embora ele esteja agora comendo um pouquinho de batata e um pouquinho de arroz integral, por recomendacao do medico ao analisar os exames, ja que como o Oliver e' muito ativo, ele precisa de mais carboidratos. Mas eu ainda estou muito receosa e dou pouco.

Como já contei visitamos um médico DAN muito renomado (Dr. Daniel Goyal), que elogiou a dieta e receitou antibioticos para matar bacterias depois de ver o resultado dos exames de fezes. De acordo com o resultado do exame de metais pesados, o Oliver os está eliminando muito bem, obrigada! O próprio médico disse que esta quelação é, sem duvida, graças a homeopatia e que ele mesmo já viu a homeopatia “em ação” depois de fazer exames numa criança antes e depois de tratamento homeopatico. Mas como não queremos dar antibióticos para ele, esse tratamento está em standby.

Fomos a uma naturopata também de bastante prestigio aqui em Londres (Lucinda Muller), ela receitou remédios mais naturais para as bactérias e outros suplementos, mas depois de pesquisar, ouvir testemunhos de outros pais, ler sobre efeitos colaterais, a minha intuição me diz, mais uma vez.... que, embora seja tentador, ainda vamos seguir com a homeopatia até o dia que o desenvolvimento dele estagnar, ocasião em que cogitaremos outras alternativas. E eu, por algum motivo, gosto de ir devagar com os suplementos...

E assim vamos levando. Tentando estressar menos com o futuro, eu me sinto muito melhor e mais confiante agora. Sempre aplicamos os principios da terapia floortime em casa, de forma que damos muita atenção a ele, brincamos bastante, o desafiamos para que interaja conosco e o enchemos de amor. 

Ele esta fazendo uma hora de terapia ocupacional por semana e pretendemos que ele tenha mais uma hora por semana pelo menos. Ele está numa escola excelente, e tem bastante estímulo lá. Continuamos com sessoes mensais de osteopatia.

Então é isso, meus amigos. 

Como alguém disse por aí: o fácil eu já fiz, o difícil eu estou fazendo, e o impossível... o impossível eu deixo na mão de Deus!


Lá vamos nós, com fé, SEMPRE!